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Bom e maravilhoso dia Camaradas, hoje 3 de Abril de 2025 Faltam três dias para nossa transmissão semanal, a partir das 19 horas Essa publicação é dedicada aos Grandes Seres que passaram pela humanidade em carne e osso, mas não se perderam e nem se iludiram. Com vídeos, e textos ( youtube ) e pelo link https://www.facebook.com/ivanluiz.deandrade.9. Conteúdo disponível aqui e pelas mídias parceiras.
Olá, sou o Professor Ivan Luiz, bacharel em geografia, perito judicial e ambiental, Jornalista Reg. CPJ 38.690 RJ desde 1977, petroleiro base Sindipetro-RJ. Minha missão é contribuir com conhecimentos, informações, reflexões e soluções para que nós, que exercemos a cidadania, tenhamos maior e melhor qualidade de vida, com dignidade e de maneira respeitosa. Quer conhecer mais sobre minha trajetória, prática de vida, e meus projetos? Então acesse nas redes sociais meus trabalhos, todos são abertos, para que possamos somar forças ... Todo domingo às 19:00 realizamos transmissão ao vivo pelo Facebook que ficará disponível em professorivanluizdemarica.blogspot.com onde ficam todos os meus links, e no Canal Professor Ivan Luiz no You tube, tem bastante conteúdo também, inscreva-se para que possamos alcançar mais pessoas dedicadas a continuar a obra desse Grande Arquiteto.! Atualmente minha atuação profissional, pessoal é na área de recuperação tributária - tributos federais - (apenas administrativamente), o que faz com que o retorno seja rápido e eficiente, pode agendar uma vídeo conferencia visando tirar todas as possíveis dúvidas, atendemos em todo o Brasil, através do e-mail contato@professorivanluiz.com.br. Obrigado, e até a próxima!!!
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segunda-feira, 24 de março de 2025

Série Grandes Seres 678 e 12 de 2025 - || Respeito e Homenagem à Democracia || Julgamento de Bolsonaro no dia da Constituição brasileira (25/03/2025) || 25 de março – Dia da Constituição - É comemorado o Dia da Constituição, justamente porque, nesse mesmo dia, em 1824, foi outorgada a primeira Constituição da história do Brasil. || A Democracia em jogo. || Democracia nasce no Brasil. || Vídeos 1 - Só existe 1 Presidente - 2 - Segregacionismo não 3 - Política de desemprego 4 - Felicidade pura || Vídeos 1 - O Povo precisa saber disso 2 - 3 - O que representam 4 - || População Brasileira Trabalhadora não merece ser desrespeitada || Um novo BRASIL - Economias que mais cresceram no mundo em 2024: - 1. INDIA: 6,7 % - 2. CHINA E INDONESIA: 5% - 3. RUSSIA: 4,1% - 4. BRASIL: 3,4% - 5. TURQUIA: 3, 1% - Seis países do BRICS || Dilma novo mandato no Banco do Brics || Editorial - Mandante / Mandato / Mandatário || Artista Gráfico: Pedro Barreto e mais uma obra de arte || O idioma tupi tem que ser o oficial, vamos nos livrar dos invasores (Lato sensu) "colonizadores", Independência Já! Nova frase para a Bandeira Nacional tem que ser AME-O || É preciso AMOR pra governar - (Fora Extrema-direita [ED]) || SEM ANISTIA PARA NAZISTAS, FASCISTAS, EXTREMISTAS, SUPREMACISTAS BRANCOS. ELES NÃO ESTÃO ADORMECIDOS E SIM CADA VEZ MAIS SEDENTOS DE PODER! ✊🏽 || Lula representa o melhor para os Povos || Tema: Democracia no Brasil - 40 anos de História - 14/03/2025 || Senado na História - O Pacote de Abril || Golpe de Estado no Brasil em 1964 || 31 de março ou 1 de abril, qual é a data correta do golpe de 1964? || Nossos Homenageados e Aniversariantes intervalo de 24 a 30



  

Série Grandes Seres Nº 678 e 12ª de 2025.

Homenageia
a
Democracia

 Nossa Democracia merece respeito e não pode ser ignorada a violência financiada pelos covardes.

 




 

 

 


Julgamento de Bolsonaro no dia da Constituição brasileira (25/03/2025)


Parte 1 - 25/03/2025

Parte 2 - 26/03/2025


25 de março – Dia da Constituição

No 25 de março é comemorado o Dia da Constituição, justamente porque, nesse mesmo dia, em 1824, foi outorgada a primeira Constituição da história do Brasil.

 A Democracia em jogo.

 

 








Aqui a origem de quase todos os problemas, com vários desdobramentos. 

 Democracia nasce no Brasil.

 Barroso é homenageado nos EUA por defesa da Democracia

 
Veja as datas dos próximos julgamentos da denúncia por tentativa de golpe

STM condena major que se manifestou politicamente nas redes em 2022









1 - Dia 21/03 Racismo Não!                           2 - Segregacionismo não                           3 - Política de desemprego                  4 - Felicidade pura



1 - O Povo precisa saber disso                            2 - Justiça necessária                   3 - O que representam                                        4 -  Mais perto da jaula





 População Brasileira Trabalhadora não merece ser desrespeitada

 

 

 

A esquerda sempre sofreu nas mãos da polícia.





Um novo BRASIL

Economias que mais cresceram no mundo em 2024:

1. INDIA: 6,7 %

2. CHINA E INDONESIA: 5%

3. RUSSIA: 4,1%

4. BRASIL: 3,4%

5. TURQUIA: 3, 1%

Seis países do BRICS








 Editorial - Mandante / Mandato / Mandatário


Exercício pleno da Democracia na evolução humana, notamos que ao lermos sobre Democracia, sempre constataremos que ela estará sempre sob o domínio da classe dominante, aristocratas, latifundiários e por aí vai, mas hoje a Democracia Brasileira evoluiu a tal ponto que nem Thomas Hobbes entregando para um governante forte (Leviatã), temido seria solução (contrato social) nem John Locke que propondo a união dos indivíduos garantiriam seus direitos a liberdade e à propriedade, consequentemente surgiria o Estado protetor.
Governos legítimos consentidos pelos governados, logo teriam direito de se rebelarem caso seus interesses não fossem atendidos.
No Brasil de hoje, acabando o voto de cabresto, se faz necessário um forte investimento na EDUCAÇÃO como a fabrica da DEMOCRACIA (Anísio Teixeira), só assim o Mandante terá consciência do poder que tem e o poder que pode exercer a quem outorgar um mandato, e ao tornar-se mandatário, passa a ter obrigações a dar ao seu mandante.
Fora todas as bancadas que privilegiam seus financiados para agirem contra os interesses dos mandantes.  
Fonte
Democracia: o que é e significado da palavra.
Fonte
O que é democracia?
Fonte




Fonte: 











Artista Gráfico: Pedro Barreto




O idioma tupi tem que ser o oficial , vamos nos livrar dos invasores (Lato sensu) "colonizadores", Independência Já! Nova frase para a Bandeira Nacional tem que ser AME-O




É preciso AMOR pra governar
(Fora Extrema-direita [ED])
Destaques da Semana. Rádio Gov








Brasil mais justo! 


Lula convidado Japão!


SEM ANISTIA PARA NAZISTAS, FASCISTAS, EXTREMISTAS, SUPREMACISTAS BRANCOS. ELES NÃO ESTÃO ADORMECIDOS E SIM CADA VEZ MAIS SEDENTOS DE PODER!✊🏽















 

 

 


 Anistia não 

 

 

 

 



  A Democracia coloca o Brasil como o seu nascedouro

 

 


Lula representa o melhor para os Povos, o mundo está caminhando para finalizar de vez com todos os imperadores, o Lula do mundo é muito maior do que o Lula que possamos imaginar!

CanalGov - YouTube a verdade nua e crua. 
Brasil para os Brasileiros - Ame-o e fique!

Vamos a continuidade dos destaques - Destaque 5 será quando o mês tiver 5 domingos -março/junho/setembro/dezembro) 

Destaque 5

|| SGS 678 e 12ª de 2025 em 30/03/2025 - Tema: Democracia no Brasil - 40 anos de História - 14/03/2025
|| Aniversariantes da 5ª semana do mês de março  Intervalo de 

Destaque 4

|| SGS 677 e 11ª de 2025 em 23/03/2025 - Tema: Antonio Conselheiro
|| Aniversariantes da 4ª semana do mês de janeiro a 22 a 28
|| Destaque  Leonardo bastos 

Destaque 3

|| SGS  676 e 10ª de 2025 em 16/03/2025 Tema: Vladimir Gracindo Soares Palmeira, esse me representa pela Dignidade que possui.
|| Aniversariantes da 3ª semana do mês de janeiro Intervalo de 15 a 21
|| Nossa semana (*)

Destaque 2

|| SGS 675 e 9ª de 2025 em 09/03/2025 - Editorial: Respeito à memória de Vladimir Herzog [Sugestão do Canal Ciências Humanas TV Youtube]
Nossa semana 03 a 09
|| Aniversariantes da 2ª semana do mês de janeiro Intervalo de 08 a 14
10 a 16 (*)

Destaque 1

|| SGS 674 e 8ª de 2025 em seria 02/03/2025 - EDITORIAL: Porque odeiam imigrantes africanos, asiáticos, árabes e latinos americanos?
||  Aniversariantes da 1ª semana do mês  de 01 a 07
|| Nossa semana transferida para segunda
|| (*)  Destaque  Leonardo bastos 

Leonardo Bastos e o Partido Liquidado

Denúncia para investigar baderna de ontem no STF durante o julgamento de Bolsonaro e mais 7 que vão  virar todos réus hoje (26), baderna, com desacato, berros, palavrões e ofensas em geral, realizada por EX-DESEMBARGADOR SEBASTIÃO COELHO e DEPUTADO DEDERAL CORONEL MEIRA (PL-PE), que SURTARAM, por não terem conseguido participar e acompanhar o julgamento no STF, além de outros 15 parlamentares bolsonaristas.





👆🏼👆🏼👆🏼⛔💰Denúncia que realizei para investigar a BOZOFESTANÇA em Copacabana, no dia 16/03, estava sendo avaliada a denúncia na DICRIMEX - Divisão Criminal Extrajudicial e foi aceita e pautada como CORRUPÇÃO ATIVA, por FINANCIAMENTO DE VANS, DE ADEPTOS POR R$150 POR PESSOA, POR TER INFLADO O N° PESSOAS DE 18,3K PARA 400K A PEDIDO DE CASTRO E PELO USO DE AERONAVE DA PM PAULISTA PELO TARCÍSIO, Notícia de Fato n°1.30.001.001678/2025-71. Está com a Procuradora da República no Rio de Janeiro Dra. ANDREIA PISTONO VITALINO na PR-RJ - 29º Ofício, 5ª Câmara - Combate à Corrupção e 2ª Câmara Criminal - 3568 - Corrupção ativa (Crimes Praticados por Particular Contra a Administração em Geral/DIREITO PENAL).

👆🏼👆🏼⛔Minha Digi-denúncia sobre diversos possíveis ilícitos da BOZOMANIFESTAÇÃO do dia 16/03, em Copacabana entre eles: FINANCIAMENTO DE VANS LEVANDO PESSOAL, PAGAMENTO DE R$150 REAIS/PESSOA PARA ALGUNS, AUMENTO DA INFORMAÇÃO PELA PM DE 18,3 MIL PARA 400 MIL PESSOAS E USO DE AERONAVE DA PM PAULISTA POR TARCÍSIO PARA IR AO EVENTO, está na DICRIMEX - Divisão Criminal Extrajudicial, sendo investigada, Etiqueta da denúncia PR-RJ-00031844/2025. A ver.

⛔💰😨
URGENTE
Essa ação contra Deputado Estadual do PL/MG Bruno Engler e Eduardo Bolsonaro, por terem exposto 2 filhos da PRESA PELO 08 DE JANEIRO a Cabeleireira Débora em live, foi juntada a ação que está agora no MP/RO - MINISTERIO PUBLICO DO ESTADO DE RONDONIA, NF1.31.000.001831/2024-52, pelo mesmo CRIME GRAVE de Jair Bolsonaro, ter exposto em live, os 6 filhos de Ezequiel, condenado e foragido do 08 de janeiro, o mesmo modus operandi de expor crianças para fins políticos. Vai dar ruim para todos os 3. Vixxi....Deus, Pátria e Família 

Eduardo_Bolsonaro_Crimes_Tributários_Uso_Lei_Rouanet_Abertura_Braz_Global_24.03.2025_MPF20250019746.pdf
👆🏼👆🏼👆🏼⛔😎URGENTE!! Mais 2 denúncias contra Eduardo Bolsonaro, por 4 empresas que nunca declarou: EDUARDO BOLSONARO CURSOS, BRAZ GLOBAL, H&E PROMOÇÕES E BSTORE OFICIAL, essa última com sede em Nova Jersey/EUA, para onde dinheiro provenientes de produtos, como calendário de bolsonaro, camisetas, etc. são transferidos diretamente para lá (EUA), através de PIX, denúncia de Weintraubb e Otavio Oscar Fakhoury, sócio e Presidente do Centro de Estudos da Liberdade e uma denúncia de Jamil Chad do UOL, sobre o sócio de Eduardo, Esteves, que era responsável pela Lei Rouanet no Governo Bolsonaro, estranhamente ter aumento em 600 milhões de reais de 2020 para 2021, a verba da lei.





💰Denúncia que realizei para investigar a BOZOFESTANÇA em Copacabana, no dia 16/03, estava sendo avaliada a denúncia na DICRIMEX - Divisão Criminal Extrajudicial e foi aceita e pautada como CORRUPÇÃO ATIVA, por FINANCIAMENTO DE VANS, DE ADEPTOS POR R$150 POR PESSOA, POR TER INFLADO O N° PESSOAS DE 18,3K PARA 400K A PEDIDO DE CASTRO E PELO USO DE AERONAVE DA PM PAULISTA PELO TARCÍSIO, Notícia de Fato n°1.30.001.001678/2025-71. Está com a Procuradora da República no Rio de Janeiro Dra. ANDREIA PISTONO VITALINO na PR-RJ - 29º Ofício, 5ª Câmara - Combate à Corrupção e 2ª Câmara Criminal - 3568 - Corrupção ativa (Crimes Praticados por Particular Contra a Administração em Geral/DIREITO PENAL).
⛔🙍🏼‍♂🙍🏼‍♀


 Recomendo a leitura. Léo Bastos😎


5. Em 30/02/2025 

 Tema: Democracia no Brasil - 40 anos de História - 14/03/2025

A TV Cultura exibe o documentário inédito, produzido pelo Departamento de Jornalismo, "Democracia no Brasil: 40 anos de história."
O historiador, escritor, youtuber e comentarista politico, Marco Antonio Villa, conta a história da articulação política após o país sair do regime militar até os dias de hoje.
A reportagem resgata a história e as imagens dos momentos históricos da política brasileira nas últimas quatro décadas.
Entre os personagens, o documentário entrevista o ex-presidente José Sarney, o primeiro presidente civil do país após 21 anos do governo dos militares. Aos 94 anos, o ex-presidente dá um depoimento histórico e relembra o drama que o país viveu após a eleição e morte de Tancredo Neves.

O jurista, ex-ministro da Justiça e ex-presidente do STF e do TSE, Nelson Jobim, também fala da transição democrática, Assembléia Nacional Constituinte - da qual fez parte - dos processos de impeachment de Dilma Rousseff e Fernando Collor de Mello, além da atual política nacional.
O documentário também relembra outros principais momentos históricos da redemocratização, como a campanha das Diretas-Já, os planos econômicos que mexeram na vida dos brasileiros, a eleição e reeleição de Fernando Henrique Cardoso e a chegada de Luís Inácio Lula da Silva à presidência, após 3 derrotas consecutivas na disputa pela presidência do país.

Os jornalistas Juca Kfouri e Ricardo Kotscho, que viram de perto a transição democrática, contam bastidores da tumultuada e surpreendente história da política nacional. O crescimento da extrema direita e os ataques à democracia também são abordados.
O documentário marca os 40 anos da redemocratização do Brasil, que serão completados no próximo dia 15 de março de 2025. A TV Cultura exibe o documentário inédito, produzido pelo Departamento de Jornalismo, "Democracia no Brasil: 40 anos de história."
A reportagem resgata a história e as imagens dos momentos históricos da política brasileira nas últimas quatro décadas.
O historiador, escritor, youtuber e comentarista politico, Marco Antonio Villa, conta a história da articulação política após o país sair do regime militar até os dias de hoje.
Entre os personagens, o documentário entrevista o ex-presidente José Sarney, o primeiro presidente civil do país após 21 anos do governo dos militares. Aos 94 anos, o ex-presidente dá um depoimento histórico e relembra o drama que o país viveu após a eleição e morte de Tancredo Neves.
O jurista, ex-ministro da Justiça e ex-presidente do STF e do TSE, Nelson Jobim, também fala da transição democrática, Assembléia Nacional Constituinte - da qual fez parte - dos processos de impeachment de Dilma Rousseff e Fernando Collor de Mello, além da atual política nacional.
O documentário também relembra outros principais momentos históricos da redemocratização, como a campanha das Diretas-Já, os planos econômicos que mexeram na vida dos brasileiros, a eleição e reeleição de Fernando Henrique Cardoso e a chegada de Luís Inácio Lula da Silva à presidência, após 3 derrotas consecutivas na disputa pela presidência do país.
Os jornalistas Juca Kfouri e Ricardo Kotscho, que viram de perto a transição democrática, contam bastidores da tumultuada e surpreendente história da política nacional.
O crescimento da extrema direita e os ataques à democracia também são abordados.
O documentário marca os 40 anos da redemocratização do Brasil, que serão completados no próximo dia 15 de março de 2025.
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Caminhos da Reportagem | Eu quero votar pra presidente - os 40 anos das Diretas Já

Este #CaminhosDaReportagem celebra os 40 anos das Diretas Já. Em 1984, o Brasil já vivia há 20 anos na Ditadura Militar e a população clamava pela volta das eleições diretas para presidente da República. O primeiro ato de rua ocorreu em Abreu e Lima, em Pernambuco. As manifestações ganharam força e aliados, como artistas, intelectuais e esportistas. O programa relembra o movimento, que mesmo com apelo popular não saiu vitorioso na Câmara, mas abriu caminho para o fim da Ditadura Militar, com a eleição indireta da chapa Tancredo Neves/José Sarney, em 1985.
Conheça a programação da sua TV Brasil: http://tvbrasil.ebc.com.br




30 de mar. de 2015Este episódio da série Senado na História fala sobre o fechamento do Congresso ocorrido em 1º de abril de 1977, por decreto do então presidente da República, Ernesto Geisel. O programa inclui áudios originais de discursos de parlamentares, filmes de propaganda e depoimentos de historiadores e políticos. Publicado na internet em 24/03/2015
Fonte

Golpe de Estado no Brasil em 1964


31 de março ou 1 de abril, qual é a data correta do golpe de 1964?
Os saudosos da ditadura podem espernear, mas os fatos são claros: a data correta do golpe de 1964 que instaurou no Brasil um regime de censura que durou 21 anos é mesmo 1º de abril, o Dia da Mentira


Nossos Homenageados e Aniversariantes intervalo de 24 a 30

Dia 24

Dia 25

Dia 26

Dia 27

Dia 28

Dia 29

Dia 30

Dia dos Latinos
Ellen de Lima
Miguel GVS Martins
Padre Cícero
Dona Zeli
Notícias Petroleiras
NP 486/12/2022

Frank Solari(Guitarra)
Eduardo Agni-Violonista
Marcos Leite-Maestro
Luiz Carlos Borges(RS)
Costinha

Zaratustra

Dia do Circo
Dia Teatro
Renato Russo
Edgar Duvivier
Carlinhos Vergueiro

Dia Estudantis
Sérgio Loroza
Zizzi Possi
Mazinho Quevedo
Herminio B Carvalho

André Frateschi
João de Barro
Hamilton de Holanda
Alexandre Carlos
Mary Terezinha
Lilian Knapp
Edmundo Souto

Intervalo do mês

Dia 29

Dia 30

André Frateschi
João de Barro

Hamilton de Holanda
Alexandre Carlos
Mary Terezinha
Lilian Knapp
Edmundo Souto



4. Em 23/02/2025 

 Tema: Antonio Conselheiro - Canudos e o Brasil de hoje. 





Canudos -  Açude vivo























A trajetória de Antônio Conselheiro, um dos personagens mais interessantes da história brasileira

7 de outubro de 2020

Adriana de Paula

Conheça os caminhos seguidos pelo líder de Canudos

Antônio Vicente Mendes Maciel, mais conhecido como Antônio Conselheiro, nasceu em Quixeramobim, no Ceará, em 13 de março de 1830. Filho de um vaqueiro que, posteriormente, tornara-se comerciante, teve uma vida relativamente estável, tendo acesso à educação formal e aprendendo noções de português, latim, francês e matemática. Perdeu sua mãe aos seis anos de idade e passou a sofrer nas mãos da madrasta, a qual não o tratava bem.  
Perdeu o pai aos 25 anos e viu-se obrigado a assumir os negócios da família, que já não iam nada bem nesse momento, e a responsabilidade pelas três irmãs.

Casou-se com sua prima Brasilina Laurentina de Lima e, após encerrar os negócios do pai e casar as irmãs, mudou-se para diferentes lugares, trabalhando como professor, balconista e rábula.        

Sua vida começa a se modificar completamente depois de sofrer uma grande desilusão ao ver sua esposa fugindo com um soldado. Assim, Conselheiro inicia uma peregrinação por vários lugares, exercendo diferentes profissões. Um ano depois, passa a viver em Tamboril com a artesã Joana Imaginária e, conforme alguns estudiosos, será o misticismo dessa mulher que dará início à transformação de Antônio Conselheiro. Algum tempo depois, ele abandona a nova companheira e retoma sua peregrinação. Segundo Euclides da Cunha, durante vários anos não se ouve falar do Conselheiro até que, em 1874, esse homem vestido com uma túnica azul, barba e cabelos longos, passa a percorrer o sertão da Bahia, andando também por outros estados. 

Vivendo de modo extremamente humilde, Antônio Conselheiro fazia pregações, reconstruía igrejas e cemitérios e organizava mutirões para construir barragens. Suas pregações eram de base fortemente católica, sendo, inclusive, querido por alguns padres. Essa situação começa a mudar quando o alto clero proíbe celebrações de leigos e os seus discursos contra as injustiças sociais e a república passam a incomodar os grandes proprietários de terra e o governo.             

Em 1876, Conselheiro foi preso, acusado de ter matado a esposa e a própria mãe. De volta à sua terra natal, constataram que ele não havia praticado crime algum, mas recomendaram que ele fosse internado em um hospício. Diante da ausência de vagas, Antônio Conselheiro foi liberado e, perseguido pela Igreja e pelo Estado, fundou o arraial de Belo Monte em 1893.    

Conhecido como Canudos, o arraial era um lugar onde não havia cobrança de impostos, não havia exploração, as pessoas podiam viver livremente, cultivando seu roçado e tendo como norte a fé em Deus e a certeza de que ali estariam livres da hecatombe que pregavam as profecias.        
Antônio Conselheiro fazia suas pregações em uma igreja construída pelos membros da comunidade e cada dia mais recebia camponeses, vaqueiros, pessoas que haviam sido escravizadas, enfim, diferentes membros de classes sociais extremamente baixas e que fugiam da miséria e do abandono que marcavam suas vidas.

Ali em Belo Monte, todas essas pessoas seriam tratadas como iguais e encontravam na fé a certeza de dias melhores. Os grandes proprietários de terra, comerciantes e a Igreja Católica, no entanto, sentiam-se incomodados com o desenvolvimento de um povoado que não se submetia àqueles que detinham o poder e, assim, convenceram o Estado a destruir Canudos.  

Com o discurso de que ali havia um movimento de restauração monarquista e de que Conselheiro e seus seguidores eram facínoras perigosos, tem início a Campanha de Canudos e, conforme Euclides da Cunha, um dos maiores genocídios já cometidos no Brasil.

Após quatro expedições marcadas por extrema violência, o povoado de Canudos é completamente arrasado. Dias antes, em 22 de setembro de 1897, já bastante debilitado, Antônio Conselheiro morre. Em 6 de outubro, dia seguinte após a destruição completa de Canudos, o corpo de Conselheiro é encontrado pelos militares, desenterrado, decapitado e sua cabeça enviada para a Universidade da Bahia para estudos científicos. A forma de justificar o massacre ocorrido em Canudos era apresentar Antônio Conselheiro como louco e seus seguidores como pessoas violentas que deveriam ser combatidas. Imagem que foi descontruída já em 1902, quando Euclides da Cunha afirma que o que aconteceu em Canudos foi um crime que deve ser denunciado e em todos os muitos outros textos produzidos sobre o assunto, os quais mostram que o que ocorreu ali foi o extermínio de uma população pobre e oprimida, a qual ousou se colocar contra aqueles que detêm o poder.

Referências:

Bovo, Ana Paula Martins Corrêa. “Antônio Conselheiro: os vários”. Dissertação de Mestrado. Campinas, SP: UNICAMP, 2007.    
CUNHA, Euclides da. “Os sertões”. Rio de janeiro: Record, 1984.
ARAÚJO Sá, Antônio Fernando. “Canudos Plural: Memórias em confronto nas comemorações centenárias de Canudos (1993 – 1997)”. http://www.infonet.com.br/canudos/canudos_plural.htm
LEVINE, Robert. “O sertão prometido”. São Paulo: Edusp, 1995.
MONTENEGRO, Abelardo. “Antônio Conselheiro”. Fortaleza, s.ed., 1954.
ALMEIDA, Cícero F. de. “Canudos: imagens da guerra”. Os últimos dias da Guerra de Canudos pelo fotógrafo expedicionário Flávio de Barros, Rio de Janeiro, Museu da República/Lacerda, 1997.





https://youtu.be/69MTadaKjWk?si=Env5NuCa1-qgFX0I












Fonte: https://youtu.be/69MTadaKjWk?si=IRbWsdcdP4qSsRxV


Antônio Vicente Mendes Maciel (Nova Vila de Campo Maior, 13 de março de 1830Canudos, 22 de setembro de 1897), mais conhecido como Antônio Conselheiro, também se autodenominando "O Peregrino",[1] foi um líder religioso brasileiro.[2] Figura carismática, adquiriu uma dimensão messiânica ao liderar o arraial de Canudos, um pequeno vilarejo no sertão da Bahia que atraiu milhares de sertanejos, entre camponeses, indígenas e escravos recém-libertos, e que foi destruído pelo Exército da República, na chamada Guerra de Canudos, em 1897.[3]
Fonte: Antônio Conselheiro – Wikipédia, a enciclopédia livre


Canudos

Fonte: https://youtu.be/8jT0LTVXl9E?si=y_TMte8JnG0-oyf2

Fonte: https://youtu.be/HpW62QpJreM?si=lAdZ5CoLEeDV1sem - Os Sertões: as ideias fundamentais do livro de Euclides da Cunha | Resumo e análise detalhada

Fonte: Canudos – Wikipédia, a enciclopédia livre - 

Nosso intervalo do mês 4ª semana


17

18

19

20

21

22

23

Alice Caymmi
Elis Regina
Patrício Teixeira
Notícias Petroleiras
485/11/2022
Renata / Henrique

Marcílio Lisboa
César Guerra Peixe
Ramakrishna

Evandro do Bndolim
Canhoto da Paraíba
Assis Valente

Emerson Batagini
Xangai
Nora Ney
José Cavaquinho
Ernesto Nazareth

Guilherme Araújo
Sylvia Patrícia
Ayrton Senna da Silva
Galileu Arruda
Jamary Oliveira
André Filho
João de Souza Lima

Jorge Ben Jor

Carmen Silva-Cantora
Getúlio Cortes
Glauco Velásquez

Artur Bernardes-Político

Fundação Sindipetro-RJ em 1959
NRDC 543/12/2023

Destaque para Elis Regina

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Elis Regina Carvalho Costa - 17/3/1945 Porto Alegre, RS - 19/1/1982 São Paulo, SP
Cantora.
Nasceu no Hospital da Beneficência Portuguesa, em Porto Alegre, às 15h10. Foi a primogênita do casal Romeu Costa e Ercy Carvalho Costa. Cinco anos depois, nasceria seu irmão Rogério Costa. Entre 1952 e 1956, cursou o primário no Grupo Escolar Gonçalves Dias, em Porto Alegre. Aos sete anos de idade foi ao programa -Clube do Guri- (Rádio Farroupilha de Porto Alegre), animado por Ary Rego, mas se recusou a cantar. Em 1956, neste mesmo programa, cantou pela primeira vez no rádio. Passou a integrar o elenco fixo do programa, ganhando um pequeno cachê e presentes dos patrocinadores. Tempos depois, tornou-se secretária do programa: além de cantar, lia recados, nomes de aniversariantes e apresentava os candidatos. Dos nove aos 11 anos, freqüentou aulas de piano com a professora Waleska, uma vizinha da família, interrompidas por não dispor do instrumento em casa. Entre 1957 e 1960, cursou o ginásio no Instituto de Educação Flores da Cunha, Porto Alegre. Em 1961, cursou seis meses de clássico no Colégio Estadual Júlio de Castilhos e transferiu-se para o curso normal da Escola Diogo de Souza. Abandonou o curso ao terminar o segundo ano. Seu primeiro namorado desde que chegou ao Rio foi Solano Ribeiro. O jovem, então com 25 anos, trabalhava na produção musical do (Programa Bibi Ferreira), da TV Excelsior. No dia 5 de dezembro de 1967, aos 22 de idade, casou-se, no civil, com Ronaldo Bôscoli, 16 anos mais velho. No dia 7, foi realizada a cerimônia religiosa do casamento na Capelinha Mayrink, Floresta da Tijuca, RJ. Frase de Ronaldo na época: (Não sou rico, mas estou bem. Ela ganha quinze milhões (velhos) por mês e eu, dois e meio. O trivial da casa será mantido por mim. O luxo, por ela.) O casal passou a morar na Avenida Niemeyer, São Conrado, Rio de Janeiro. No dia 17 de junho, nasceu seu primeiro filho, João Marcelo, na Casa de Saúde São José, no Rio. O menino nasceu forte, mas nos primeiros meses de vida teve muitos problemas por ser alérgico a leite de vaca, chegando a ficar hospitalizado. Sem leite para amamentá-lo, foi à televisão pedir amas-de-leite para o filho. No dia 11 de maio de 1972, depois de várias separações e reconciliações, desquitou-se de Ronaldo Bôscoli. O juiz determinou que nada tinha a receber do marido, além de uma pensão de três salários mínimos para o filho, que ficaria sob a sua guarda. Em 1974, uniu-se a César Camargo Mariano, mudando-se para São Paulo. Estabeleceram-se na Rua Califórnia, no bairro do Brooklin. No dia 18 de abril de 1975, nasceu Pedro, seu segundo filho, na maternidade do Hospital São Luís, SP. Em 1976, mudou-se com sua família para uma casa na serra da Cantareira, SP. No dia 9 de setembro de 1977, nasceu sua filha Maria Rita, na maternidade do Hospital São Luís, SP. Em 1981, separou-se de César após nove anos casamento.



Aniversariantes da 4ª semana - Intervalo de 22 a 28 de Março

Dia 22

Dia 23

Dia 24

Dia 25

Dia 26

Dia 27

Dia 28

Jorge Ben Jor
Carmen Silva-Cantora
Getúlio Cortes
Glauco Velásquez

Artur Bernardes-Político
Fundação Sindipetro-RJ em 1959
NRDC 543/12/2023

Dia dos Latinos
Ellen de Lima
Miguel GVS Martins
Padre Cícero
Dona Zeli
Notícias Petroleiras
NP 486/12/2022

Frank Solari(Guitarra)
Eduardo Agni-Violonista
Marcos Leite-Maestro
Luiz Carlos Borges(RS)
Costinha

Zaratustra

Dia do Circo
Dia Teatro
Renato Russo
Edgar Duvivier
Carlinhos Vergueiro

Dia Estudantis
Sérgio Loroza
Zizzi Possi
Mazinho Quevedo
Herminio B Carvalho



--------------------------------------------------- 3ª semana --------------------------

 3. Em 16/02/2025 - Vladimir Palmeira nosso lembrado de hoje.



 

 


Vladimir Palmeira
Vladimir Palmeira discursando durante a Passeata dos Cem Mil em 1968.
Deputado Federal pelo Rio de Janeiro
Período
Dados pessoais
Nascimento
11 de dezembro de 1944 (80 anos)
Partido
PT (1980-2011)
PSB (2013-presente)
ProfissãoProfessor


 



Vladimir Gracindo Soares Palmeira (Maceió11 de dezembro de 1944) é um político brasileiro filiado ao Partido Socialista Brasileiro (PSB).

Vida e carreira
Sua família estabeleceu-se no Rio de Janeiro quando tinha seis anos de idade. Já no colégio, Vladimir começou a participar da política estudantil, tendo sido diretor de uma revista dos alunos, chamada “A Seiva”, e fundador do grêmio estudantil, o Centro Cívico Olavo Bilac. Nesta época, participou dos primeiros congressos estaduais estudantis, como delegado de seu colégio.

Vladimir fez vestibular para Direito e ingressou na Faculdade Nacional de Direito (FND), da então Universidade do Brasil, atual Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).
Havia dois movimentos políticos legais nesta escola, o Movimento de Reforma (Reforma), de esquerda, e a Ação Libertadora Acadêmica (ALA), de direita. Vladimir, que já era de esquerda, 
filou-se à Reforma, que ganhou as eleições de 1964 - as primeiras diretas no país depois do golpe militar - para o centro acadêmico da Faculdade, um dos mais tradicionais do país, o 
Centro Acadêmico Cândido de Oliveira (CACO).Vladimir Palmeira lidera manifestação contra o regime.

A partir daí, Vladimir participou de todas as lutas estudantis. Esteve presente nas primeiras manifestações, ainda em 1965, e, em 1966 e 1967, representou o CACO, do qual era presidente.
Depois, já como presidente da União Metropolitana dos Estudantes (UME), Vladimir liderou as grandes manifestações estudantis do ano de 1968, que culminaram na Passeata dos Cem Mil.

Por defender os ideais da esquerda, Vladimir foi preso em 1967, em agosto de 1968 e novamente no Congresso da UNE, em Ibiúna em operação chefiada pelo delegado do DOPS José Paulo Bonchristiano. Em setembro de 1969 saiu da prisão para o exílio. Nos dez anos seguintes morou no México, em Cuba, no Chile e na Bélgica, onde formou-se em Ciências Econômicas, pela Universidade Livre de Bruxelas.

Voltando ao Brasil, foi fundador do Partido dos Trabalhadores (PT), participando, como delegado do Rio, do primeiro encontro nacional do partido. Em 1982 foi candidato ao Senado Federal e, quatro anos depois, elegeu-se deputado federal constituinte.

Vladimir teve um papel destacado no Congresso Constituinte. Era o responsável do PT pela área econômica, onde conseguiu aprovar pontos como a nacionalização da exploração mineral e o
estabelecimento de medidas de defesa da empresa nacional. Estes artigos foram retirados da Constituição no governo Fernando Henrique Cardoso. Vladimir teve participação ativa ainda em 
outros debates, sobretudo na defesa da democratização dos meios de comunicação e dos direitos dos aposentados. Foi também coordenador da Frente Interpartidária em Defesa do Presidencialismo, na votação sobre o sistema de governo. O presidencialismo triunfou.

Reeleito deputado, em 1990, Vladimir chegou a líder da bancada, em 1993, um ano de muitos acontecimentos políticos. O Presidente Fernando Collor de Mello tinha sido afastado e Vladimir foi um dos líderes, no PT, da posição que colocou o partido na oposição ao governo Itamar. Vladimir esteve à frente também da defesa do regime presidencialista. Para assumir uma posição, o PT realizou uma votação interna, que optou pela defesa do presidencialismo.

Vladimir não disputou outra eleição parlamentar, por considerar que já havia dado a sua contribuição. Foi instado a disputar o governo do Estado do Rio de Janeiro, nas eleições de 1994
Em 1993, ganhou as prévias internas do partido, com mais de 70% dos votos. O resultado não foi aceito, em função de questões de quorum.

Em 1998, Vladimir foi chamado mais uma vez para disputar o governo. Ganhou a convenção do partido, no Rio de Janeiro, mas a direção nacional fez uma intervenção, para que se apoiasse o candidato Anthony Garotinho.

De 1998 até o ano de 2006 Vladimir Palmeira ficou na articulação do Partido dos Trabalhadores.

A conjuntura do estado do Rio de Janeiro fez com que Vladimir fosse o candidato natural do Partido dos Trabalhadores ao governo, em 2006. Seu nome foi unanimidade no PT e Vladimir 
foi indicado por aclamação. Vladimir começou nas Pesquisas com apenas 1% dos votos mas devido à sua campanha na TV com irreverências, críticas irônicas, e pela defesa veemente das 
políticas de esquerda, inclusive de temas polêmicos distantes da esfera de governador, como aborto e união homoafetiva, bem como críticas a uma suposta forma artificial de fazer política, 
onde os candidatos costumavam dizer aquilo que o eleitor queria ouvir, e não o que pensava de verdade, subiu de sexto colocado nas pesquisas para quinto. Terminou em 4º lugar, com cerca
 de 10% dos votos, atrás de Marcelo CrivellaDenise Frossard e Sérgio Cabral (este último foi eleito governador).

Em 2007, entrou na disputa para ser o pré-candidato petista à prefeitura carioca, concorrendo com Alessandro Molon. Crítico ferrenho de Sérgio Cabral, acabou sendo derrotado em março de 
2008

Vladimir Palmeira sai do Partido dos Trabalhadores em junho de 2011, em carta, o ex-líder estudantil aponta com o principal motivo do seu desligamento a volta de Delúbio Soares ao PT.


O MAIOR LÍDER NA RESISTÊNCIA CONTRA A DITADURA MILITAR: CONHEÇA A HISTÓRIA DE VLADIMIR PALMEIRA


Passeata dos 100 mil 



 


Artistas Eva WilmaTônia CarreroOdete LaraNorma Bengell e Cacilda Becker protestam contra ditadura militar brasileira na Passeata dos Cem Mil, em fevereiro de 1968





 

Vladimir é preso no Congresso de Ibiúna/SP



 

 


Queda de Ibiúna: a UNE vai para a cadeia

Mais de 900 estudantes são presos no congresso clandestino da entidade

Durante a realização do 30º Congresso da União Nacional dos Estudantes (UNE), em Ibiúna, interior de São Paulo, mais de 900 estudantes são presos, entre 
eles as principais lideranças estudantis do país. Luís Travassos (UNE), Vladimir Palmeira e Franklin Martins (União Metropolitana dos Estudantes) e José Dirceu (União Estadual dos Estudantes), entre outros, foram levados diretamente
 para o Dops – os demais, recolhidos ao Presídio Tiradentes.

Segundo os jornais da época, atuaram na repressão 250 soldados da Força Pública, atual Polícia Militar, apoiados por 80 agentes do Dops. A segurança do
congresso era precária e a polícia não teve dificuldade em localizar e cercar os participantes. A chamada Queda de Ibiúna quebrou a espinha dorsal do movimento estudantil e permitiu às forças de segurança fichar centenas de
estudantes, que mais tarde seriam identificados e perseguidos como membros de diversas organizações de esquerda.


O Congresso de Ibiúna foi um encontro clandestino da União Nacional dos Estudantes (UNE) realizado em 1968, no interior de São Paulo
O evento foi marcado por uma repressão policial que resultou na prisão de mais de 900 estudantes. 

  • Consequências
    A repressão ao congresso marcou o desarticulamento do movimento estudantil no final dos anos 1960 
    A repressão permitiu às forças de segurança fichar centenas de estudantes, que mais tarde foram identificados e perseguidos 

    Líderes presos 
    José Dirceu, presidente da UEE (União Estadual dos Estudantes)
    Luís Travassos, da UNE
    Vladimir Palmeira
    Franklin Martins (União Metropolitana dos Estudantes)

 Não entregaremos o futuro do Brasil para traidores da Nação! Por uma Sociedade Libertária, Igualitária e  pela defesa dos oprimidos.

 



Referências

  1.  Brasil, CPDOC-Centro de Pesquisa e Documentação História Contemporânea do. «VLADIMIR PALMEIRA»CPDOC - Centro de Pesquisa e Documentação de História Contemporânea do Brasil. Consultado em 1 de outubro de 2021
  2.  «Ex delegado do DOPS faz revelações intragáveis e dispensa remorso»
  3.  Molon derrota Vladimir Palmeira nas prévias do PT
  4.  Vladimir Palmeira sai do PT: baixa histórica
  5.  PT aprova volta de Delúbio Soares ao partido

Ver também

Ligações externas

Aniversariantes da 3ª semana - Intervalo de 15 a 21 de Março

Dia 15

Dia 16

Dia 17

Dia 18

Dia 19

Dia 20

Dia 21

André Protásio
Beto Gáspari Ribeiro
Oswaldo Montenegro
Caçulinha
Júlio Prestes-UDN
Senador Paulo Paim

Branco Mello
Josué de Barros
João de Deus de Castro Lobo
Mangabinha
NRDC 542/11/2023

Alice Caymmi
Elis Regina
Patrício Teixeira
Notícias Petroleiras
485/11/2022
Renata / Henrique

Marcílio Lisboa
César Guerra Peixe
Ramakrishna

Evandro do Bndolim
Canhoto da Paraíba
Assis Valente

Emerson Batagini
Xangai
Nora Ney
José Cavaquinho
Ernesto Nazareth

Guilherme Araújo
Sylvia Patrícia
Ayrton Senna da Silva
Galileu Arruda
Jamary Oliveira
André Filho
João de Souza Lima

 

E estão em plena festa, contando mais um intenso verão...

Em 15/03

Wilson Bernardo vizinho de Itaipuaçu

Destaque para Senador Paulo Paim
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Paulo Renato Paim (Caxias do Sul, 15 de março de 1950) é um sindicalista e político brasileiro, filiado ao Partido dos Trabalhadores (PT). Atualmente, exerce o cargo de Senador da República pelo Rio Grande do Sul. Paulo Paim nasceu na cidade de Caxias do Sul, RS, um dos dez filhos do casal Ignácio Alves Paim e Itália Ventura da Silva Paim.
De família sem recursos, começou a trabalhar com 8 anos de idade. Aos 12 anos conquistou uma vaga no Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial, onde fazia o curso técnico durante o dia, ao mesmo tempo em que fazia o ginásio no Ginásio Alberto Pasqualini, onde foi presidente do grêmio estudantil.
Sindicalista
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Após formar-se metalúrgico pelo Senai trabalhou na Metalúrgica Abramo Eberle e Forjasul. Em 1981 tornou-se presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de Canoas. Entre 1983 a 1986 galgou os cargos de secretário-geral e vice-presidente nacional da Central Única dos Trabalhadores (CUT).
Deputado Federal
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Em 1985 filiou-se ao PT e no ano seguinte foi eleito deputado federal pelo Rio Grande do Sul, sendo deputado constituinte. Foi vice-líder do partido entre 1989 e 1991. Neste período, precisamente, em 1989, foi à África do Sul, em nome da Constituinte, pedir a libertação do líder negro Nelson Mandela, numa comissão formada pela Deputada Benedita da Silva, pelos deputados Domingos Leonelli, João Herrmann Neto e Carlos Alberto Caó de Oliveira. Foi reeleito deputado sucessivamente em 1990, 1994 e 1998. Entre 1993 e 1994 presidiu a Comissão de Trabalho, Administração Serviço Público da Câmara dos Deputados. Também provocou polêmica em 2001 quando, ao protestar contra projeto que alterava a CLT, rasgou um exemplar da Constituição Federal, e posteriormente o documento que pedia a cassação de seu mandato por este ato.
Senador
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Paulo Paim e a Presidente Dilma Rousseff em 2011.
Nas eleições de 2002 disputou o cargo de senador, sendo eleito após uma disputa bastante acirrada pela segunda vaga contra a colega de chapa Emília Fernandes. Participou na mesa diretora do Senado como primeiro vice-presidente no biênio 2003/2005 e entre 2007/2009 foi presidente da Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa.
Nas eleições no Rio Grande do Sul em 2010 disputou a reeleição ao Senado, sendo o mais votado com 33,83% dos votos válidos.
Foi o autor do projeto de lei, apresentado em 1997, quando ainda era deputado federal, que criou o Estatuto do Idoso, e também do projeto de lei que renomeou a lei, em 2022, para Estatuto da Pessoa Idosa. Também de sua autoria mas ainda em discussão no Congresso Nacional, são os projetos de lei que institui o Estatuto da Igualdade Racial e o fim do fator previdenciário.
Em 2012, Paim ganhou a categoria Defesa do Consumidor do prêmio Congresso em Foco.
É o coautor do projeto original da lei brasileira de inclusão de 2015, que criou o Estatuto da Pessoa com Deficiência, que entrou em vigência em março de 2016.
Em outubro de 2017 votou a contra a manutenção do mandato do senador Aécio Neves, mostrando-se favorável à decisão da Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal no processo em que ele era acusado de corrupção e obstrução da justiça por solicitar dois milhões de reais ao empresário Joesley Batista.
Em 2018, foi reeleito ao cargo com 1.875.245 votos. Com isso, Paim foi o único senador das regiões Centro-Oeste, Sul e Sudeste a ser reeleito.

   



------------------  2ª semana --------------


2.     Em 09/02/2025

Justiça concede pagamento mensal vitalício à viuva

Quem foi Vladimir Herzog, jornalista torturado e morto …

Vladimir Herzog - Instituto Vladimir Herzog

Vladimir Herzog - Memorias da Ditadura

Vladimir Herzog: conheça a história do jornalista! - Politize!




Respeito à memória de Vladimir Herzog




Vladimir Herzog, nascido Vlado Herzog (OsijekReino da Iugoslávia27 de junho de 1937 – São Paulo25 de outubro de 1975), foi um jornalistaprofessor e dramaturgo brasileiro.

Naturalizado brasileiro, Vladimir também tinha paixão pela fotografia, atividade que exercia por conta de seus projetos com o cinema.[2] Passou a assinar "Vladimir" por considerar que seu nome soasse exótico para os brasileiros.[3][4] Na década de 1970, assumiu a direção do departamento de telejornalismo da TV Cultura e também foi professor de jornalismo na Escola de Comunicações e Artes (ECA) da Universidade de São Paulo (USP).

O nome de Vladimir tornou-se central no movimento pela restauração da democracia no país após 1964. Militante do Partido Comunista Brasileiro, foi torturado e assassinado pelo regime militar brasileiro durante a ditadura nas instalações do DOI-CODI, no quartel-general do II Exército, no município de São Paulo, após ter se apresentado voluntariamente ao órgão para "prestar esclarecimentos"[2][3][5] sobre suas ligações com o Partido Comunista Brasileiro (PCB).[6]

Biografia

Primeiros anos

Herzog nasceu na cidade de Osijek, em 1937, na então Iugoslávia (atual Croácia), filho do casal de origem judaica Zigmund Herzog e Zora Wolner. Durante a Segunda Guerra Mundial, para escapar do antissemitismo praticado pelo estado fantoche da Croácia, então controlado pela Alemanha Nazista, que ocupava a Iugoslávia desde 1941, o casal fugiu primeiramente para a Itália e viveram no país clandestinamente, decidindo depois emigrar com o filho para o Brasil, terminado o conflito.[7][8][9]

Educação e carreira

Sua esposa Clarice Herzog

Herzog se formou em Filosofia pela Universidade de São Paulo, em 1959. Depois de formado, trabalhou em importantes órgãos de imprensa no Brasil, como O Estado de S. Paulo. Nessa época, passou a assinar "Vladimir", em vez de "Vlado", por acreditar que seu nome verdadeiro soaria um tanto exótico no Brasil.[3] Vladimir também trabalhou por três anos na BBC de Londres.[10]

Na década de 1970, assumiu a direção do departamento de telejornalismo da TV Cultura, de São Paulo. Também foi professor de jornalismo na Escola de Comunicações e Artes da USP. Na mesma época, envolvido com intelectuais do teatro, também atuou como dramaturgo. Mais tarde, Vladimir, que foi vinculado do Partido Comunista Brasileiro, passou a atuar politicamente no movimento de resistência contra a ditadura militar.[11]

Prisão e morte

Contexto

Em 1974, o general Ernesto Geisel tomou posse da Presidência da República com um discurso de abertura política (na época chamado de "distensão"), o que na prática significaria a diminuição da censura, investigar as denúncias de torturas e dar maior participação aos civis no governo. Todavia, o governo enfrentava dois infortúnios: a derrota nas eleições parlamentares e a crise do petróleo. Além disso, o general Ednardo D'Ávila Mello, comandante do II Exército, fazia afirmações de que os comunistas estariam infiltrados no governo de São Paulo, na época chefiado por Paulo Egydio Martins, o que criou uma certa tensão entre estes. Nesse cenário, a linha dura sentiu-se ameaçada, e em 1975 a repressão continuava forte. O Centro de Informações do Exército (CIE) se voltou essencialmente contra o Partido Comunista Brasileiro, do qual Herzog era militante, mas não desenvolvia atividades clandestinas. Através do jornalista Paulo Markun, Herzog chegou a ser informado que seria preso, mas não fugiu.[12]

A prisão

Em 24 de outubro de 1975, época em que Herzog já era diretor de jornalismo da TV Cultura, após campanha contra a sua gestão, levada a cabo na Assembleia Legislativa de São Paulo pelos deputados Wadih Helu e José Maria Marin, pertencentes ao partido de sustentação do regime militar, a ARENA,[13][14] agentes do II Exército convocaram Vladimir para prestar depoimento sobre as ligações que ele mantinha com o Partido Comunista Brasileiro, partido que atuava na ilegalidade durante o regime militar. No dia seguinte, Herzog compareceu espontaneamente ao DOI-CODI. Ele ficou preso com mais dois jornalistas, George Benigno Jatahy Duque Estrada e Rodolfo Oswaldo Konder.[15] Pela manhã, Vlado negou qualquer ligação ao PCB. A partir daí, os outros dois jornalistas foram levados para um corredor, de onde puderam escutar uma ordem para que se trouxesse a máquina de choques elétricos. Para abafar o som da tortura, um rádio com som alto foi ligado. Posteriormente, Konder foi obrigado a assinar um documento no qual ele afirmava ter aliciado Vlado "para entrar no PCB e listava outras pessoas que integrariam o partido." Logo, Konder foi levado à tortura, e Vlado não mais foi visto com vida.[12]

A morte

Foto de Vladimir Herzog morto no DOI-CODI de São Paulo, tirada por Silvaldo Leung Vieira

Serviço Nacional de Informações recebeu uma mensagem em Brasília de que naquele dia 25 de outubro: "cerca de 15h, o jornalista Vladimir Herzog suicidou-se no DOI/CODI/II Exército". Na época, era comum que o governo militar divulgasse que as vítimas de suas torturas e assassinatos haviam perecido por "suicídio", fuga ou atropelamento, o que gerou comentários irônicos de que Herzog e outras vítimas haviam sido "suicidados" pela ditadura. O jornalista Elio Gaspari comenta que "suicídios desse tipo são possíveis, porém raros. No porão da ditadura, tornaram-se comuns, maioria até."

Conforme o Laudo de Encontro de Cadáver expedido pela Polícia Técnica de São Paulo, Herzog se enforcara com uma tira de pano - a "cinta do macacão que o preso usava" - amarrada a uma grade a 1,63 metro de altura. Ocorre que o macacão dos prisioneiros do DOI-CODI não tinha cinto, o qual era retirado, juntamente com os cordões dos sapatos, segundo a praxe naquele órgão.[16] No laudo, foram anexadas fotos que mostravam os pés do prisioneiro tocando o chão, com os joelhos fletidos - posição em que o enforcamento era impossível. Foi também constatada a existência de duas marcas no pescoço, típicas de estrangulamento.[5][17]

Vladimir era judeu, e a tradição judaica manda que suicidas sejam sepultados em local separado. Mas quando os membros da Chevra kadisha – responsáveis pela preparação dos corpos dos mortos segundo os preceitos do judaísmo – preparavam o corpo para o funeral, o rabino Henry Sobel, líder da comunidade, viu as marcas da tortura. "Vi o corpo de Herzog. Não havia dúvidas de que ele tinha sido torturado e assassinado", declarou.[18] Assim, foi decidido que Vlado seria enterrado no centro do Cemitério Israelita do Butantã, o que significava desmentir publicamente a versão oficial de suicídio. As notícias sobre a morte de Vlado se espalharam, atropelando a censura à imprensa então vigente. Sobel diria mais tarde: "O assassinato de Herzog foi o catalisador da volta da democracia".[19]

Anos depois, em outubro de 1978, o juiz federal Márcio Moraes, em sentença histórica, responsabilizou o governo federal pela morte de Herzog e pediu a apuração da sua autoria e das condições em que ocorrera. Entretanto nada foi feito.[20] Em 24 de setembro de 2012, o registro de óbito de Vladimir Herzog foi retificado, passando a constar que a "morte decorreu de lesões e maus-tratos sofridos em dependência do II Exército – SP (Doi-Codi)", conforme havia sido solicitado pela Comissão Nacional da Verdade.[21] Em 2018, a Corte Interamericana de Direitos Humanos condenou o Brasil por negligência na investigação do assassinato do jornalista.[22]

Ato inter-religioso

Missa em homenagem a Vladimir Herzog reuniu 8 mil pessoas na Praça da Sé, em São Paulo, no dia 31 de outubro de 1975[23]

Depois do Ato Institucional n° 5, de 13 de dezembro de 1968, o ato inter-religioso pela morte de Vladimir Herzog foi a primeira grande manifestação de protesto da sociedade civil contra as práticas da ditadura militar. Reuniu milhares de pessoas dentro e fora da Catedral da Sé, na cidade de São Paulo, entre elas figuras conhecidas, artistas e intelectuais, como o filósofo francês Michel Foucault, cujas aulas na FFLCH da USP tiveram de ser interrompidas.[24] O assassinato colocara uma grande questão religiosa. Os judeus não enterram suicidados dentro de seu cemitério, mas fora dele. Assim o enterro de Herzog, dentro do cemitério Israelita, e a respectiva cerimônia se tornaram atos contra o regime militar.

O então secretário de Segurança Estadual Erasmo Dias bloqueou a cidade inteira com barreiras policiais, impedindo o acesso à Catedral e o trânsito na cidade, mesmo assim as pessoas desceram de seus ônibus e automóveis e se dirigiram a pé até a catedral, no centro da cidade. A própria Praça da Sé, situada em frente a catedral, se encontrava totalmente tomada por policiais, seus cavalos e cachorros, que iam até praticamente a calçada da rua que separa as escadarias da Sé. Apesar da repressão a missa ocorreu silenciosamente até o seu final com cerca de oito mil pessoas em seu interior, e milhares na escadaria que gritando slogans pela volta da democracia. Ao final carros sem placa atiraram bombas de gás lacrimogênio contra os participantes que tentavam sair da Catedral em passeata, dispersando o movimento (Celso Lungareti, "Vladimir Herzog é assassinado: o Brasil repudia o DOI-CODI".)

Pós-morte

Inauguração pela Câmara Municipal de São Paulo de estátua homenageando Herzog, em 2016

Gerando uma onda de protestos de toda a imprensa mundial, mobilizando e iniciando um processo internacional em prol dos direitos humanos na América Latina, em especial no Brasil, a morte de Herzog impulsionou fortemente o movimento pelo fim da ditadura militar brasileira.[25] Após a morte de Herzog, grupos intelectuais, agindo em jornais e grupos de atores, no teatro, como também o povo, nas ruas, entre outros, se empenharam na resistência contra a ditadura do Brasil.[25][26] Diante da agonia de saber se Herzog havia se suicidado ou se havia sido morto pelo Estado, criaram-se comportamentos e atitudes sociais de revolução.[25] Em 1976, por exemplo, Gianfrancesco Guarnieri escreveu Ponto de Partida, espetáculo teatral que tinha o objetivo de mostrar a dor e a indignação da sociedade brasileira diante do ocorrido.[27] Segundo o próprio Guarnieri:

[...] Poderosos e dominados estão perplexos e hesitantes, impotentes e angustiados. Contendo justos gestos de ódio e revolta, taticamente recuando diante de forças transitoriamente invencíveis. Um dia os tempos serão outros. Diante de um homem morto, todos precisam se definir. Ninguém pode permanecer indiferente. A morte de um amigo é a de todos nós. Sobre tudo quando é o Velho que assassina o Novo.[28]

Manifestantes portam cartaz de Latuff contra editorial da Folha de S.Paulo, que chamou a ditadura militar de "ditabranda".[29]

Vladimir era casado com a publicitária Clarice Herzog, com quem tinha dois filhos. Após a morte do marido, além do trauma da perda, ela teve muita dificuldade em explicar aos filhos pequenos o que havia ocorrido com o pai. Corajosa e obstinada, Clarice conseguiu, depois de três anos (1978), que a União fosse responsabilizada judicialmente pela morte de Vlado. Para ela, não foi um consolo saber que sua morte desencadeou a primeira reação popular contra a brutalidade da repressão política do regime.
"Vlado contribuiria muito mais para a sociedade se estivesse vivo", diz.[20]

Em 15 de março de 2013 a família de Herzog recebeu um novo atestado de óbito,[30] substituindo a definição anterior, "asfixia mecânica por enforcamento", por "lesões e maus tratos".[31]

Em 20 de maio de 2016, após mais de 40 anos do ocorrido e três tentativas anteriores, o Caso Herzog chegou à Corte Interamericana de Direitos Humanos, onde foi julgado em 2018. A CIDH (Comissão Interamericana de Direitos Humanos) da OEA (Organização dos Estados Americanos) condenou o Brasil por crime de lesa-humanidade por não investigar, julgar ou punir os responsáveis pela morte do jornalista Vladimir Herzog, do dia 25 de outubro de 1975.[32][33][34]

Instituto Vladimir Herzog

Em 2009, mais de 30 anos após a morte de Vladimir, surge o Instituto Vladimir Herzog. O Instituto tem três objetivos: organizar todo o material jornalístico sobre a história de Vladimir, como meio de auxílio a estudantes, pesquisadores e outros interessados em sua vida e obra;[35] promover debates sobre o papel do jornalista e também discutir sobre as novas mídias,[35] e, por fim, ser o curador do Prêmio Jornalístico Vladimir Herzog de Anistia e Direitos Humanos.[36]

Homenagens

O ex-jornalista recebeu diversos tributos póstumos. Entre eles, estão a Praça Vladimir Herzog, localizada no centro da cidade de São Paulo e antes chamada de Praça da Divina Providência. O nome foi alterado para homenagear Vlado no dia 25 de outubro de 2013 (aniversário de 38 anos de seu assassinato), após um encaminhamento da Comissão Nacional da Verdade. Na mesma data, porém no ano de 2016, a praça recebeu uma representação de Herzog em forma de estátua. A obra o retrata olhando para cima e com os braços abertos jogados ao alto; foi feita de bronze e tem mais de 2 metros de altura.[37]

Outra homenagem póstuma feita em memória de Vladimir Herzog foi a do centro acadêmico da Faculdade Cásper Líbero, que carrega o nome do ex-jornalista. O CAVH, da faculdade de comunicação localizada na cidade de São Paulo, batizou seu nome com o de Vlado "para lembrar aos alunos que exercer a profissão com ética é um compromisso com a sociedade".[38]

Outro centro acadêmico que carrega o nome de Vladimir Herzog é o Centro Acadêmico de Jornalismo da Universidade Federal da Paraíba (UFPB). O CAVH, é a entidade representativa dos estudantes de Jornalismo da instituição, carrega esse nome como uma forma de homenagem a Herzog e representa uma reflexão profunda sobre o papel social da profissão: a busca pela verdade, a defesa dos direitos humanos e o compromisso com a liberdade de expressão.[39]

Projeto de Lei (PL) 6.103/2023 da senadora Eliziane Gama (PSD - MA) propoposta em dezembre de 2023 busca oficializar 25 de outubro como Dia Nacional da Democracia. A data marca o aniversário do assassinato do jornalista[40].

Prêmio Vladimir Herzog

Prêmio Vladimir Herzog foi instituído em 1978 pelo Sindicato dos Jornalistas Profissionais no Estado de São Paulo, Comitê Brasileiro de Anistia, Comissão Executiva Nacional dos Movimentos de Anistia, Federação Nacional dos Jornalistas (FENAJ), Associação Brasileira de Imprensa - Seção São Paulo (ABI/SP); Comissão de Direitos Humanos da Ordem dos Advogados do Brasil - Seção de São Paulo (OAB/SP), Comissão Justiça e Paz da Arquidiocese de São Paulo e pela Família Herzog. É atribuído desde 1979 a trabalhos jornalísticos voltados à promoção da democracia, da cidadania e dos Direitos Humanos e Sociais.[41] Os ganhadores não recebem qualquer quantia em dinheiro.[35] Segundo o jornalista Sérgio Gomes, Vladimir Herzog é um "símbolo da luta pela democracia, pela liberdade, pela justiça".[42]

Ver também

Referências

  1.  Filho de Herzog revela depressão e revolta. Por Ricardo Melo. Uol, 23 de outubro de 2005.
  2. ↑ Ir para:a b Quem foi Vladimir Herzog Arquivado em 18 de junho de 2009, no Wayback Machine., no Instituto Vladimir Herzog. Acesso: 14 de fevereiro, 2009
  3. ↑ Ir para:a b c Daelcio Freitas. "Jornalista morto pelo regime militar: Vladimir Herzog", em Uol Educação. Acesso: 14 de fevereiro, 2009
  4.  Biografia Wladimir Herzog Arquivado em 1 de junho de 2010, no Wayback Machine. Museu da Televisão Brasileira
  5. ↑ Ir para:a b Acervo Folha de S.Paulo. Edição de 27 de outubro de 1975. Caderno de Política - Nacional página 3
  6.  «Vladimir Herzog»Memórias da ditadura. Consultado em 30 de dezembro de 2019
  7.  HERZOG, Clarice & MARKUN, Paulo "Vlado, retrato da morte de um homem e de uma época" Ed. Brasiliense, 1985 pág.15
  8.  Abramo, Lélia "Vida e Arte; Memórias de Lélia Abramo" Editora Fundação Perseu Abramo, 1997 pág.141
  9.  Jordão, Fernando "Dossiê Herzog: prisão, tortura e morte no Brasil" Ed. Global, 2005 pág.152
  10.  «The Murder that Shocked Brazil, Witness - BBC World Service»BBC (em inglês). Consultado em 12 de agosto de 2018
  11.  Nunes, Dimalice. «Corte Interamericana condena Brasil por morte de Vladimir Herzog»CartaCapital
  12. ↑ Ir para:a b Miranda, Celso (25 de outubro de 2012). «Vladimir Herzog: Mataram o Vlado»Aventuras na História e Guia do Estudante. Consultado em 25 de janeiro de 2013. Arquivado do original em 29 de setembro de 2013
  13.  página 62 do Diário Oficial do Estado de São Paulo, de 09/10/1975
  14.  Vamos matar que está liberado!. Por José Roberto ToreroCarta Maior, 10 de março de 2013.
  15.  Sem nome. "[Herzog, torturado e morto em outubro de 1975 http://www.unificado.com.br/calendario/10/herzog.htm]". Acesso: 14 de fevereiro, 2009
  16.  Banco de Dados Folha. Acervo on line. Testemunhas confirmam torturas no caso Herzog. Publicado na Folha de S.Paulo, 17 de maio de 1978.
  17.  «TRBN - Tribuna da Bahia»www.trbn.com.br. Consultado em 25 de outubro de 2022
  18.  «Folha de S.Paulo - Memória: Jornalista morreu sob tortura em outubro de 1975 - 19/10/2004»www1.folha.uol.com.br. Consultado em 25 de outubro de 2022
  19.  Jennings, Andrew (15 de fevereiro de 2013). «Qual o papel do chefão da CBF no assassinato de Vladimir Herzog?»Agência Pública. Consultado em 25 de outubro de 2022
  20. ↑ Ir para:a b «A memória e o silêncio»ISTOÉ Independente. 28 de setembro de 2005. Consultado em 25 de outubro de 2022
  21.  «Justiça retifica registro de óbito e reconhece que Herzog morreu por "maus-tratos" na ditadura». UOL. 25 de setembro de 2012. Consultado em 28 de janeiro de 2013
  22.  «Las atrocidades detrás del caso Vladimir Herzog en Brasil». 4 de julho de 2018
  23.  Edison Veiga (24 de janeiro de 2015). O Estado de S. Paulo, ed. «Missa em homenagem a Vladimir Herzog na Catedral da Sé». Consultado em 27 de dezembro de 2015
  24.  Rodrigues, Helena de Barros Conde. «Um Foucault desconhecido? Viagem ao Norte-Nordeste brasileiro em tempos (ainda) sombrios». Associação Brasileira de História Oral. História Oral15 (2): 142-158
  25. ↑ Ir para:a b c Ludmila Sá de Freitas, Quando a História Invade a Cena: O Caso Vladimir Herzog (Re)Significado Por Fernando Peixoto em Ponto de Partida (1976) de G. Guarnieri, p. 1
  26.  Ludmila Sá de Freitas, Quando a História Invade a Cena: O Caso Vladimir Herzog (Re)Significado Por Fernando Peixoto em Ponto de Partida (1976) de G. Guarnieri, p. 3
  27.  Ludmila Sá de Freitas, Quando a História Invade a Cena: O Caso Vladimir Herzog (Re)Significado Por Fernando Peixoto em Ponto de Partida (1976) de G. Guarnieri], p. 2
  28.  GUARNIERI, GianfrancescoHomenagem a Vladimir Herzog: Vlado, o Ponto de PartidaPágina Especial da Fundação Perseu Abramo Arquivado em 20 de novembro de 2005, no Wayback Machine..
  29.  Limites a Chávez. Folha de S.Paulo, 17 de fevereiro de 2009.
  30.  Paulo, Tatiana SantiagoDo G1 São (15 de março de 2013). «Família de Vladimir Herzog recebe novo atestado de óbito»São Paulo. Consultado em 25 de outubro de 2022
  31.  «Família de Herzog recebe novo atestado de óbito». Yahoo Noticias. Consultado em 16 de março de 2013
  32.  «Justiça rejeita denúncia contra acusados de participar da morte de Vladimir Herzog»El País. Consultado em 1 de dezembro de 2021
  33.  admin (20 de maio de 2016). «Caso Herzog chega à Corte Interamericana e põe Estado em xeque»PCB - Partido Comunista Brasileiro. Consultado em 25 de outubro de 2022
  34.  «Caso Herzog chega à Corte Interamericana»Fausto Macedo. Consultado em 21 de maio de 2016
  35. ↑ Ir para:a b c Instituto Vladimir Herzog: Primeira Página. Acesso: 14 de fevereiro, 2009.
  36.  Prêmio Jornalístico Vladimir Herzog de Anistia e Direitos Humanos
  37.  «São Paulo inaugura estátua em homenagem a Vladimir Herzog»Agência Brasil. 25 de outubro de 2016. Consultado em 8 de outubro de 2019
  38.  «Centro Acadêmico»Faculdade Cásper Líbero. Consultado em 8 de outubro de 2019
  39.  «Centro Acadêmico de Jornalismo Vladmir Herzog»www2.ccta.ufpb.br. Consultado em 17 de novembro de 2024
  40.  «Morte do jornalista Vladimir Herzog completa hoje 49 anos»Agência Brasil. 25 de outubro de 2024. Consultado em 25 de outubro de 2024
  41.  Regulamento do Prêmio Vladimir Herzog
  42.  Gabriela Forte, "28ª edição do Prêmio Vladimir Herzog" (2006), em Faculdade Cásper Líbero. Acesso: 14 de fevereiro, 2009

Leitura adicional

Ligações externas

Wikiquote tem citações relacionadas a Vladimir Herzog.














Destaque para o incansável defensor da Democracia Brasileira Leonardo Bastos - Conselho de Ética do PT Sapucaia do Sul (RS).




Nossos Homenageados e Aniversariantes do nosso intervalo de 03 a 09 de março (Semana do carnaval)

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Destaque do dia 08/03 para Maria Bonita

     Maria Bonita - Maria Gomes de Oliveira, conhecida como Maria de Déa e, após sua morte, Maria Bonita (Paulo Afonso, 8 de março de 1911 ou 17 de fevereiro de 1910[nota 1] — Poço Redondo, 28 de julho de 1938), foi uma cangaceira brasileira, companheira de Virgulino Ferreira da Silva, o Lampião, e a primeira mulher a participar de um grupo de cangaceiros. Maria Bonita, fotografada em 1936 por Benjamin Abrahão Botto
     Nome completo: Maria Gomes de Oliveira
     Nascimento:8 de março de 1911 ou 17 de fevereiro de 1910
     Paulo Afonso, BA
     Morte:28 de julho de 1938
     Poço Redondo, SE
     Nacionalidade: Brasileira
     Cônjuge: Virgulino Ferreira da Silva (c.1929-f.1938)
     Ocupação: Cangaceira

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1.     Em 02/03/2025  - Período Carnavalesco - 09/03

Indicativo da semana: Migração e Imigração e Escravidão

Reparem como ensinam:

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Imigração no Brasil

Juliana Bezerra
Juliana Bezerra 
Professora de História

O processo de imigração no Brasil começou a partir de 1850 com o fim do tráfico de pessoas escravizadas.

Querendo apagar a herança escravocrata brasileira, o governo passa a estimular a entrada de imigrantes europeus, a fim de promover o "branqueamento" da população.

Características da imigração no Brasil

A abertura dos portos, ocorrida em 1808, possibilitou a entrada de imigrantes não portugueses ao Brasil. Neste momento, várias expedições científicas europeias visitam e divulgam a colônia portuguesa na Europa. Também se registra a instalação de profissionais liberais especialmente no Rio de Janeiro.
Com a proibição do tráfico de escravos, em 1850, o desenvolvimento das lavouras de café e o preconceito racial induziram a entrada de imigrantes europeus no país. 
Com as guerras de unificação na Itália e na Alemanha, são trazidos pelo governo brasileiro para trabalhar nos cafezais.


Por que odeiam imigrantes africanos, asiáticos, árabes e latino americanos

A Teoria da Substituição

 

Por que odeiam imigrantes africanos, asiáticos, árabes e latino americanos?

A Teoria da Substituição 
Por que imigrantes africanos, asiáticos e latino-americanos são alvo de ódio e violência? Neste vídeo, exploramos as raízes históricas e ideológicas desse racismo, desde o colonialismo até a teoria conspiratória da 'Grande Substituição'. Discutimos como essa narrativa extremista tem alimentado massacres e políticas anti-imigração em diversos países. Com análises profundas e fatos históricos, desvendamos como o medo e a manipulação sustentam a supremacia branca e o discurso xenofóbico. Assista até o fim e venha comigo caçar mais esta história!

Antes dos invasores chegarem a cidade de Buffalo (a cidade da boa vizinhança devido a sua hospitalidade e senso de comunidade) tinha como habitantes esses povos "Originários"
Segunda cidade mais populosa de NY



Censo de 2024 comprova o grande massacre.
0.4% Indígenas americanos e vindos do Alaska









Esses Povos (em Iroqueses Eire e Neutrols - Agricultores, Comerciantes) construíram suas vidas em equilíbrio total com a natureza.







Com a chegada dos europeus acabou o equilíbrio e começou o massacre e uma nova dinâmica de conflito se instalou.
O lucrativo comércio de peles fez com que os franceses, holandeses e britânicos incentivassem disputas entre os povos indígenas, armados pelos invasores (colonizadores) os povos Sêneca atacaram os Neutrols na década de 1650




Um verdadeiro massacre covarde e genocida
Os povos Sêneca governaram essas terras por mais de um século, porém, os ingleses (donos do mundo na época) acabaram com a Paz e mais tarde os invasores norte-americanos.






O povo Sêneca na esperança de conseguir a paz de volta se aliaram aos ingleses, mas com a vitória americana, tiveram que ceder grande extensão de suas terras.







Esse tratado (Tratado da Grande Árvore) consolidou o roubo das terras Senicas. 

Colonialismo cruel

Negros e Indígenas sofreram perseguições cruéis.

Assista Fonte




Ainda que não houvesse uma presença católica na América do Norte como houve na América do Sul, os puritanos também se dedicaram a tentar converter os indígenas à sua religião. Para isso até um colégio destinado aos indígenas na Universidade de Harvard, com a intenção evidente de formar elites indígenas que fossem cristianizadas e que auxiliassem a espalhar o cristianismo e, consequentemente, auxiliaram no projeto de civilização indígena. O projeto fracassou e acabou tendo apenas um formando, demonstrando os choques e diferenças culturais entre eles.


 A situação em que os indígenas se encontram no mundo todo é muito séria. Nada mudou - o genocídio indígena é assunto atual. Conheça a história dos Sioux, os nativos americanos que tem uma história muito longa de luta e sangue. 

O dia 25 de junho de 1876 amanheceu com cheiro e gosto de glória para o general George Armstrong Custer e seus 647 homens da 7ª Cavalaria. Finalmente, a caça aos índios que haviam se rebelado contra o governo dos Estados Unidos tinha chegado ao fim. Ao longo do vale do rio Little Bighorn, no atual estado de Montana, repousava o maior acampamento indígena já visto naquelas bandas. 

Na frente dos olhos da soldadesca, uma infinidade de tendas projetava-se num raio de mais cinco quilômetros. Estavam amontoados ali sioux oglalas, hunkpapas, sans arcs, minneconjous, brulés e cheyennes. Ao todo, cerca de 10 mil almas, sob o comando dos chefes sioux Touro Sentado e Cavalo Louco. A luta que se seguiu, conhecida como a batalha de Little Bighorn, entrou para a história da conquista do Oeste americano. E, claro, inspirou Hollywood em muitos filmes de bangue-bangue. 
Segundo o plano original, Custer teria de encontrar os índios rebeldes, mandar um aviso para o forte, esperar pela chegada de outras duas colunas do Exército e, só então, avançar. Mas "Cabelos-longos", como era chamado pelos índios, transbordava de ambição. Em depoimento ao jornalista John Finerty, que, em 1890 publicou o livro War-Path and Bivouac ("Em Pé de Guerra e Bivaque", inédito no Brasil), o general John Gibbon afirmou ter alertado Custer para que aguardasse por reforços. 

Fonte


Imigrante e Emigrante: o que são, qual a diferença e exemplos
Exemplos de imigrantes





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Em destaque dia 1º de março 

Jorge Aragão - Jorge Aragão da Cruz 1/3/1949 Rio de Janeiro, RJ - Cantor. Compositor. Serviu a Aeronáutica, onde atuou como corneteiro. Na juventude, tocou em conjuntos de baile e pertenceu à Ala de Compositores do Bloco Carnavalesco Cacique de Ramos. No final da década de 1970, foi levado por Alcir Portela para conhecer as pessoas que se reuniam às quartas-feiras na quadra do Bloco Cacique de Ramos, onde era organizado um pagode com os frequentadores do futebol. Passou a frequentá-lo e a compor com vários deles. O tipo de samba chamou a atenção de Beth Carvalho, também levada por Alcir Portela. Logo depois, a cantora incluiu em seu novo disco algumas composições desse grupo, que reunia nomes como Almir Guinéto, Ubirany, Zeca Pagodinho, Dida, Neoci Dias, Carlos Sapato, Bira Presidente, Adalto Magalha e Jorge Aragão, entre outros. Por essa época, alguns componentes do bloco resolveram fundar o primeiro grupo de pagode, intitulado [Fundo de Quintal], dando início à divulgação de um tipo de levada de samba até então restrito às rodas de fundo de quintal e mesas de bar. Jorge Aragão participou somente do primeiro LP do grupo, seguindo, a partir daí, carreira solo. Na década de 1990, fez, durante alguns anos, comentários para a Rede Globo de Televisão durante o desfile do Grupo Especial das Escolas de Samba, do Rio de Janeiro. Em 2002, ao se exibir na cidade de Búzios, RJ, sofreu um enfarte, do qual se recuperou ao final deste mesmo ano. Em 2020 ficou internado por 12 dias em hospital no Rio de Janeiro por apresentar um quadro de infecção provocada pelo vírus Covid-19.


 

 







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